sou muito sentimental procuro ser alegre e amiga. amo as pessoas com quem me relaciono e sempre que me é possivel dou o meu melhor...um pedacinho do meu coração!pess
Salve Mestre e Ivone... se há alguem que eu no mundo que mereça de mim tudo de bom que eu possa oferecer são vc's. Pois amor com Amor se paga, e vc's são aqueles amigos que quer a gente pule ou salte tão sempre la prontos a ajudar ... Olhe ja aprendi muito com vc's e sei que a cada dia que vá passando vou aprender sempre mais, mesmo com os meus erros vc's são aqueles xodozinhos que me ensinam repreendem mas da forma certa, ñ tapando aquele caminho errado mas sim apontando o certo... Sei que muitas vezes sou dificil mas uma coisa é certa adoraria e vou conseguir ser capaz de dar sempre a outra xançe ao próximo, mesmo depois de sacaniar comigo mas não ser otária... Beijos Mestre e desculpe não termos conseguido lhe dar uma festa à sua altura...
Beijos muito sentidos e cheios de Amor para vc's dois Mestre e Ivone
Amiga, por tudo o que já passamos as duas e por tudo o que sei que ainda temos para passar os meus mais sinceros parabéns... pelas lágrimas, pelos sorrisos, pelas gargalhadas, arrelias, por tudo. Uma amizade, tem de tudo, do bom e do menos bom, mas amigos que se prezam passam todas as barreiras e é aí que se nota o quanto se ama alguem para ti de mim do Sazon e claro do Faísca, Muitos Parabéns...
Se trabalhardes para embelezar, enriquecer e harmonizar tudo em vos mesmos, nao so vos sentireis bem em vos, mas tambem podereis receber convidados nessa morada tao magnifica. Sim, os espiritos luminosos virao visitar-vos e sentir-se-ao muito felizes! Reparai no que acontece com as recepcoes na vida corrente: se receberdes bem os vossos amigos, num lugar agradavel, oferecendo-lhes refeicoes saborosas, passeios, concertos, como e que eles nao haveriam de ter vontade de voltar? Pois bem, e o que passa tambem com as entidades luminosas do mundo invisivel. Elas tambem sao amigas e, se encontram em vos uma morada onde reinam a beleza, a harmonia, a pureza, virao visitar-vos ou ate, talvez, instalar-se definitivamente, e vos e que beneficiareis com a sua presenca.
Omraam Mikhael Aivanhov
beijinhos
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Sebastião da Gama ficou para a história pela sua dimensão humana, nomeadamente no convívio com os alunos, registado nas páginas do seu famoso Diário (iniciado em 1949). Literariamente, não esteve dependente de qualquer escola, afirmando-se pela sua temática (amor à natureza, ao ser humano) Sebastiao Artur Cardoso da Gama Vila Nogueira de Azeitao, Setubal, 10 de Abril de 1924 - 1952, Lisboa) Poeta e professor portugues. Licenciado em Filologia Romanica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 1947. Foi professor em Lisboa, Setubal e Estremoz Escola Industrial e Comercial Colaborou nas revistas Arvore e Tavola Redonda. A sua obra encontra-se ligada a Serra da Arrabida, onde vivia e que tomou por motivo poetico de primeiro plano desde logo no seu livro de estreia, Serra-Mae, de 1945, e a sua tragedia pessoal motivada pela tuberculose. Fundador da Liga para a Proteccao da Natureza em 1948. O seu Diario, editado postumamente em 1958, e um interessantissimo testemunho da sua experiencia como docente e uma valiosa reflexao sobre o ensino. Foi instituido, com o seu nome, um Premio Nacional de Poesia. e pela candura muito pessoal que caracterizou os seus textos. Atingido pela tuberculose, que causaria a sua morte precoce, passou a residir no Portinho da Arrábida, com a panorâmica serra da Arrábida a alimentar o culto pela paisagem presente na sua obra. Foi, entretanto, instituído, com o seu nome, um Prémio Nacional de Poesia.
Meu pais desgracado... Meu pais desgracado!... e no entanto ha Sol a cada canto e nao ha mar tao lindo noutro lado. Nem ha ceu mais alegre do que o nosso, Nem passaros, nem aguas…
Meu pais desgracado!... Por que fatal engano? Que malevolos crimes teus direitos de berco violaram? Meu Povo de cabeca pendida, maos caidas, de olhos sem fe - busca, dentro de ti, fora de ti, aonde a causa da miseria se te esconde. E em nome dos direitos que te deram a terra, o Sol, o Mar, fere-a sem do com o lume do teu antigo olhar. Alevanta-te, Povo! Ah!, visses tu, nos olhos das mulheres, a calada censura que te reclamam filhos mais robustos! Povo anemico e triste, meu Pedro Sem forcas, sem haveres! - olha a censura muda das mulheres! Vai-te de novo ao Mar! Reganha tuas barcas, tuas forças e o direito de amar e fecundar as que so por Amor te nao desprezam!