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Movimento Sporting 1906 :: Profile (1896 views)
Status: O Lema do Melhor, O Nosso Sporting C P - " Esforço, Dedicação, Devoção e Glória " ; ver mais em www.movimentosporting1906.blogspot.com - Comment »
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July 1

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Alvalade XXI - Lisboa, Portugal

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Portuguese

About Me

O Movimento Sporting 1906 CP, nasceu da vontade de um grupo de Sportinguistas, em divulgar a Grandeza da nossa Instituição, sejamos Sócios, Adeptos, Simpatizantes ou Desportistas.
O Sporting sempre Assumiu desde a sua criação Valores de Insquestionavel valia, que o tornaram num dos maiores e melhores Clubes do Planeta, não é por acaso que somos conhecidos por termos a melhor massa adepta do Mundo.
Vamos fazer deste espaço que é de todos, um local de partilha, de valores, crenças e fés.
Desenvolvemos também um blog, amadurecida a ideia, nasceu hoje, dia 30 Maio de 2008.

www.movimentosporting1906.blogspot.com

Neste Blog, que será actualizado sempre que possível, daremos conta e partilha pelo Amor, Paixão e Dedicação ao Melhor Clube de Portugal e dos Melhores do Mundo.
Contamos com a vossa participação, enviando artigos, comentários, etc., que depois de analisados e validados pelo administrador, serão publicados
Temos um imenso espolio de riquezas que vamos adicionando, entre fotos e vídeos, de artigos a mensagens, etc., sempre engrandecendo e levando o nosso Sporting, mais longe.

Que a Gloria acompanhe o Nosso Sporting pelos meandros da Vitória.

SPORTING ATÉ MORRER...

RESUMO DA HISTÓRIA DO SPORTING -100 ANOS
Durante um século de existência, as equipas e os atletas do Sporting conquistaram 50 medalhas de ouro olímpicas, mundiais ou continentais, além de numerosas distinções de prata e bronze no mesmo âmbito e dezenas de milhar de títulos nacionais e distritais. O Sporting é igualmente, a seguir ao Barcelona, o Clube com mais títulos europeus no conjunto das modalidades que pratica. Nos dias da fundação, em 1906, José Alvalade profetizou o conhecido desejo de transformar o Sporting num «grande clube, tão grande como os maiores da Europa». Além dos títulos, mais de três milhões de adeptos em todos os continentes, um número superior a 300 Núcleos, Filiais e Delegações e uma pujante dinâmica ganhadora demonstrada todos os dias falam por si. Foi aí que, quase dois anos depois da experiência de Belas, em 1904, os jovens amantes do desporto e do convívio ao ar livre decidiram voltar ao terreno e fundar o Campo Grande Football Club. Além dos irmãos Gavazzo, participaram na reunião fundadora o jovem José Holtreman Roquette (José Alvalade), José Stromp e outros entusiastas da prática desportiva. A fundação, em 1906 os ambientes turvaram-se e gerou-se uma divisão entre os membros que defendiam uma colectividade vocacionada para festas e actividades de convívio social e outros que insistiam na dedicação à vertente desportiva. O Visconde de Alvalade tutelou a criação do novo clube, depositou nas mãos do neto uma importante quantia em dinheiro, disponibilizou os terrenos para o campo de jogos na sua própria quinta – o Sporting ainda hoje continua a “morar” na mesma zona – e ficou como presidente da Direcção e como “Sócio Protector”. Ambição e dinâmica de vitória, o Sporting Clube de Portugal comemorou, portanto, cem anos bem contados, com respeito pelo rigor histórico. Para ser mais “idoso”, como outros se dizem, o Sporting poderia ter fixado como data da sua fundação a do Sport Club de Belas (1902) ou mesmo a do Campo Grande Sporting Club (1904), mas não o fez. A 3 de Fevereiro de 1907 realizou-se o primeiro jogo de futebol do Sporting. D. João de Vila Franca marcou o golo de honra desse jogo, que assim se tornou o primeiro da História do Sporting. Em 1 de Dezembro de 1907 nasceu uma longa e eterna rivalidade. O Sporting Clube de Portugal e o Sport Lisboa (que só viria a designar-se Benfica no ano seguinte) disputaram o seu primeiro jogo de futebol, no Campo da Quinta Nova, em Sete Rios. O Sporting venceu por 2-1 e Cândido Rosa Rodrigues, um dos irmãos Catatau, antigo praticante do Sport Lisboa, marcou pelos “leões” o primeiro golo dos muitos jogos entre os dois grandes rivais do desporto português. Em 1907-1908 o Sporting sagrou-se vice-campeão regional. Começou a funcionar ainda em Maio de 1906 e foi melhorado logo em 1907. O complexo desportivo integrava campo de futebol, pista de atletismo, dois campos de ténis, pavilhão com chuveiros e banhos de imersão e até uma cozinha. Um luxo para o tempo. Em 1910 o eclectismo estava enraizado. O Sporting evidenciava-se em ténis por equipas e ganhou os títulos do salto à vara, do lançamento do peso e do salto em comprimento. Este foi o ano em que José Alvalade assumiu a presidência, que manteve até 1916. Os triunfos iniciais, o rumo do clube estava traçado: o das vitórias. O Sporting ganhou o seu primeiro Campeonato de Lisboa de Futebol, ainda em quartas categorias, no ano de 1912. O feito foi reeditado em 1915, mas já na categoria de Honra, a que se juntou a Taça de Honra, com vitória sobre o Benfica na final (3-1). Laranjeira Guerra venceu o Porto-Lisboa em ciclismo no ano de 1912, competição que também era uma epopeia com as estradas, os meios e os equipamentos de então, tornando-se um precursor de ciclistas brilhantes como Alfredo Trindade, João Roque, Leonel Miranda, Marco Chagas e o maior de todos, o saudoso Joaquim Agostinho. Classificações brilhantes na Volta à França, entre elas um terceiro lugar, e um segundo lugar na Volta à Espanha – sem contar os grandes triunfos em Portugal – transformaram Agostinho numa das lendas e símbolos do Sporting. Também em 1912 o Sporting venceu o primeiro da longa série de Campeonatos Nacionais de Corta-Mato. Em 1917 o Sporting mudou de instalações. José Alvalade fizera construir o Stadium de Lisboa, em 1914, mas divergências quanto à sua utilização entre o fundador e a Direcção eleita em 1916 levaram os responsáveis sportinguistas em exercício a procurar outra solução. Arrendaram um terreno nas vizinhanças, no Campo Grande 412, e aí construíram um estádio sob projecto do arquitecto António do Couto, que foi a casa do Sporting durante 30 anos. A vida do recinto, porém, prolongou-se por mais algumas décadas pois foi utilizado pelo Benfica, com solidariedade do Sporting, quando se mudou das Amoreiras. Em parte do terreno onde existiu assenta hoje a área sul do Estádio José Alvalade. O primeiro Campeonato, um novo equipamento, nos anos vinte aconteceu a primeira vitória do Sporting no Campeonato de Portugal de futebol (1922/23), a competição que atribuía o título nacional, embora disputada em sistema de eliminatórias. O jogo decisivo foi em Faro, em 24 de Junho de 1923, com uma vitória por 3-0 frente à Académica de Coimbra. Joaquim Ferreira marcou dois golos; Francisco Stromp, lenda do Sporting e do desporto português, pioneiro dos tempos da fundação, cavalheiro e atleta sobredotado, marcou o outro e abandonaria o futebol no ano seguinte, em 1924. As secções de natação, pólo aquático e râguebi iniciaram então a actividade. Foram o histórico atleta e dirigente Salazar Carreira e o Sporting que introduziram o râguebi em Portugal. Em 1928 o Sporting estreou no futebol as suas camisolas às riscas horizontais verdes e brancas, uma mudança que, em boa parte, foi proporcionada pelo râguebi. Aconteceu numa histórica viagem ao Brasil, a primeira de um clube português, e ficou a dever-se ao facto de os equipamentos às listas usados pelo râguebi serem mais frescos e estarem em melhor estado do que os do futebol – camisola bipartida verde e branca e calções pretos. O Sporting ganhou o jogo e... um novo equipamento. A série de vitórias nos Campeonatos de Portugal em futebol prosseguiu nos anos trinta: 1933/34, 1935-36 e 1937-38. Nesta década, o Clube somou títulos em ténis, ciclismo, râguebi (ao nível regional), tiro, hóquei em patins (vitória no Campeonato Nacional em 1937-38, primeira edição da prova), patinagem, ginástica e esgrima. Alfredo Trindade, com numerosos títulos em várias especialidades do ciclismo, venceu a Volta a Portugal em 1933, a primeira vitória individual e colectiva do Sporting na mais importante prova velocipédica portuguesa. José Albuquerque, o “Faísca”, venceu a Volta a Portugal de 1940. O lendário avançado-centro Fernando Peyroteo, que ingressara no Sporting em 1937, emergiu em 1938 como melhor marcador do Campeonato da I Liga, com 34 golos.
Anos de ouro, os anos de quarenta e cinquenta foram fabulosos para o Sporting. De 1946-47 a 1953-54 o Sporting venceu sete dos oito campeonatos em disputa, juntando um tricampeonato e um tetracampeonato – ficando a época de 1949-50 de permeio. Eles e os seus companheiros formavam uma orquestra a jogar, tal o espírito colectivo e a eficácia em campo. Além dos campeonatos nacionais e das taças de Portugal, as equipas do Sporting somaram vitórias em iniciativas pontuais como a taça “O Século”, competição suprimida sem explicações depois de os “leões” terem conquistado os dois primeiros monumentais troféus, e a taça Império. Para a História fica ainda o facto de o Sporting ter inaugurado a Taça dos Campeões num jogo com o Partizan de Belgrado (3-3), no Estádio Nacional. João Martins marcou o primeiro golo desta histórica e hoje milionária competição. O treinador era o britânico Randolph Galloway, que tinha como adjunto Fernando Vaz. Em 1955 José Travassos foi o primeiro futebolista português a ser convocado para uma Selecção da Europa. O clube ganhou o primeiro Campeonato Nacional de Juniores, disputado em 1938-39 e, até 1960, repetiu a façanha em 45-46, 47-48 e 55-56. No atletismo, o Sporting começou em 1941 a sua inigualável colheita de Campeonatos Nacionais em pista, que hoje prossegue galopante: 12 entre 1940 e 1960. Em corta-mato, ou crosse, foram dez as vitórias colectivas no mesmo período. Francisco Inácio venceu a Volta a Portugal em 1941, mas os títulos nacionais em estrada e em pista vão bastante para além disso.

Interests

O Sporting já fora pioneiro ao abrir um posto náutico no início dos anos vinte, daí as vitórias em pólo aquático nos primeiros anos da modalidade. Foi o cenário das récitas das equipas dos “Cinco Violinos”, que rapidamente se tornou pequeno para a extraordinária envergadura do Clube à medida que se aproximava dos seus primeiros 50 anos de vida. Foi baptizado com o nome do fundador que teve sempre como preocupação a qualidade das instalações do Clube, José Alvalade. O sócio nº 1 do Sporting ao tempo da inauguração do grandioso Estádio era José Maria Gavazzo, um dos fundadores e um dos jovens veraneantes de Belas em 1902. Mais tarde, em 1983, por acção da presidência de João Rocha, concretizou-se outra das ambições sportinguistas em termos de instalações – o “fecho” do Estádio através da construção da chamada Bancada Nova, que substituiu o peão herdado do recinto anterior. Manuel Faria, fundista de grande prestígio, antecessor de Manuel de Oliveira, Carlos Lopes, Fernando Mamede e dos irmãos Castro, venceu as famosas corridas de São Silvestre de São Paulo em 1957 e 1958, até então os maiores feitos do atletismo português juntamente com o quarto lugar do saltador em comprimento Álvaro Dias no Campeonato da Europa. Com a extinção da Taça das Taças na temporada de 1998-99 e respectiva fusão com a Taça UEFA, o Sporting tornou-se assim o único clube português a poder ostentar este título histórico. Os juniores triunfaram em mais seis Campeonatos Nacionais, os juvenis em oito, o mesmo acontecendo com os iniciados. O seu recorde ainda hoje se mantém. Em 2002, Mário Jardel tornou-se o segundo jogador do Sporting a conquistar essa distinção europeia. No hóquei em patins o Sporting registou uma gloriosa vaga europeia entre 1975 e 1990, com uma Taça dos Campeões Europeus – era a melhor equipa do mundo na altura –, três Taças das Taças e uma Taça CERS.
O atletismo foi e continua a ser uma constante fonte de orgulho para o Sporting. O corredor do Sporting empolgou o país com a vitória na maratona olímpica de Los Angeles, em 1984. Os seus troféus foram precursores de vários outros de âmbito olímpico, mundial e europeu de que hoje o Sporting se orgulha. O Sporting somou entretanto, até aos dias de hoje, 14 Taças dos Campeões Europeus e 46 títulos nacionais em Corta-Mato, 43 títulos nacionais colectivos masculinos e 37 femininos em pista. O glorioso triunfo foi consolidado por mais três terceiros lugares na mesma prova, confirmando o Sporting como um dos maiores e mais consistentes clubes europeus da modalidade olímpica por excelência, mantendo as equipas masculina e feminina no escalão máximo continental. O andebol, outra das modalidades com uma mística especial no Clube, conquistou um pentacampeonato entre 1968-69 e 1972-73, feito ainda por igualar em Portugal. João Roque, Leonel Miranda, Joaquim Agostinho e Marco Chagas, entre outros, brilharam no ciclismo, em estradas portuguesas e estrangeiras. Entre 1984-85 e 1994-95 ganhou 11 Campeonatos Nacionais consecutivos e desde o início da competição, nos anos quarenta, até à actualidade já soma 28 títulos máximos ao nível de equipas. No bilhar, os representantes do Sporting assumiram igualmente nível europeu, em termos individuais e colectivos. Um novo ciclo, Em 1996 o Sporting iniciou um novo ciclo de vida, por acção de José Roquette e outros dirigentes caracterizados por uma dinâmica transformadora como Miguel Galvão Teles, Dias da Cunha e Ernesto Ferreira da Silva. No âmbito do processo transformador o Sporting avançou de maneira determinada, e ainda antes de Portugal se abalançar na candidatura à organização do Euro 2004, para a modernização de infraestruturas. Ainda em 1998 o Sporting iniciou todo o processo de idealização e construção de um estádio de nova geração, ao nível dos melhores do mundo, que veio a ser inaugurado em 6 de Agosto de 2003 numa noite emocionante e inesquecível para todos os sportinguistas No âmbito das mudanças, os responsáveis sportinguistas, com José Roquette à cabeça, definiram como objectivo manter e reforçar o alto nível competitivo das equipas e atletas do Sporting, designadamente o futebol, a modalidade mais querida dos sportinguistas. Em torno do novo Estádio cresceu entretanto o Complexo Alvalade XXI, que reforça a sua multifuncionalidade. A zona onde o Sporting nasceu, se engrandeceu e onde continua a viver foi valorizada, deste modo, com o Edifício Visconde de Alvalade, que alberga a maioria dos serviços do Clube e respectivas empresas; o Edifício Multidesportivo, “casa” do eclectismo que o Sporting continua a manter desde a fundação; o Alvaláxia, centro comercial, cultural e lúdico por onde passam milhares e milhares de pessoas por dia, e não apenas em dias de jogos de futebol; uma Clínica Médica; um Health Club; um Centro de Dia, expressão solidária do Sporting através dos “Leões de Portugal”; e o Mundo Sporting, o novo museu do Clube, o lugar onde sportinguistas e adeptos do desporto podem sentir ao vivo cem anos de uma história fabulosa. Em 2000, através de uma campanha seguida apaixonadamente por sócios e adeptos, o Sporting voltou a conquistar o Campeonato Nacional de Futebol depois de 17 anos de interrupção. Ao jogo derradeiro, vitória por 4-0 no terreno do Salgueiros, seguiu-se uma festa de âmbito nacional, estendida a todos os sítios do mundo onde há portugueses, que não teve paralelo até hoje, a não ser na que foi proporcionada pelo segundo título nacional em três anos, o de 2002. Uma Taça de Portugal e uma Supertaça Nacional reforçaram a nova dinâmica do futebol do Sporting dentro do ciclo transformador e que teve expressão de relevo mundial em 2005 com a chegada à final da Taça UEFA através de um percurso empolgante. O novo Estádio José Alvalade viveu uma jornada de alto nível em 18 de Maio de 2005: o Sporting perdeu por 1-3 com o CSKA de Moscovo ao cabo de 14 jogos nos quais espalhou a qualidade do seu futebol através da Europa, mas o inêxito derradeiro não apaga a importância da campanha. Ao longo da sua História, o futebol do Sporting atingiu por duas vezes finais europeias – uma das quais ganhou – e chegou por duas vezes às meias-finais, uma na Taça das Taças, em 1974, outra na Taça UEFA, em 1994. Em ambos os casos perdeu com o vencedor da prova. À entrada do segundo século de vida o Sporting revela uma invejável saúde desportiva geral que reforça o excelente trabalho que o futebol tem realizado na última década, em todos os escalões, e que continua a dar frutos e títulos. O Sporting é, com longa vantagem sobre os adversários, a maior potência em atletismo, em andebol, em futsal, em ténis de mesa e domina no sector feminino da natação. Os últimos títulos reforçaram a hegemonia no atletismo e no andebol. No futsal, modalidade relativamente recente, o Sporting tem o maior número de campeonatos nacionais conquistados e adquiriu expressão também ao nível europeu.

Afinal foi a ambição de ganhar e de fazer do Sporting um dos maiores clubes da Europa que orientou os fundadores, desde os remotos tempos de um jogo do efémero Sport Club de Belas contra um grupo de Sintra.

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Os «leões» alcançaram o quarto troféu em duas épocas, desta feita também frente ao FC Porto, o adversário que os pupilos de Paulo Bento derrotaram por três vezes nas quatro vitórias alcançadas – duas Supertaças e duas Taças de Portugal.Numa noite em que o técnico «verde e branco» utilizou apenas dois reforços – Caneira e Rochemback – no onze, o Sporting entrou bem na partida, sendo dono e senhor dos primeiros 10 minutos do encontro. O FC Porto, a partir dessa altura, conseguiu equilibrar, fazendo com o que o jogo fosse disputado com bom ritmo, com bons momentos de futebol e com ambas as equipas a criarem ocasiões para chegarem ao golo. Foi dos pés de Rochemback que surgiu a primeira ocasião de perigo para a baliza defendida por Helton, através da marcação de um livre directo que passou ligeiramente ao lado. O FC Porto respondeu, com Lucho a rematar contra o poste esquerdo da baliza de Rui Patrício. Os «leões» mostraram-se mais esclarecidos nas transições e aos 45 minutos viram o seu esforço recompensado com o primeiro golo a ser apontado por Yannick Djaló. O avançado «verde e branco» foi «servido» por Romagnoli e não se fez rogado, marcando o primeiro da partida.A segunda parte terminou como começou, ou seja, com Yannick a ter oportunidade para aumentar a vantagem, mas isolado frente a Helton permitiu a intervenção do guardião «azul e branco». Mas, os adeptos do Sporting que estiveram no Estádio do Algarve não tiveram que esperar muito para verem o tento da tranquilidade. Aos 57 minutos, Yannick bisou. Izmailov fez o passe para o avançado «leonino», Sapunaru tentou o corte, a bola ficou na posse de Yannick, que não perdoou e fechou marcador.Se o FC Porto até ao segundo golo sofrido e, sobretudo na segunda parte, tinha mostrado poucos argumentos para concretizar as oportunidades criadas, pior ficou quando aos 71 minutos viu Rui Patrício a defender uma grande penalidade apontada por Lucho. A partir desse momento só deu Sporting e Yannick ainda poderia ter chegado ao terceiro tento, mas a trave da baliza do FC Porto negou o terceiro dos «leões».Vitória justa do Sporting, que inicia da melhor forma a época 2008/09, somando mais um troféu ao seu palmarés.SUPERTAÇA CÂNDIDO DE OLIVEIRALocal: Estádio AlgarveÁrbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco)FC Porto: Helton, Sapunaru, Pedro Emanuel, Bruno Alves, Benítez, Guarín (Candeias, 69 m), Lucho González, Raul Meireles, Lisandro, Farías (Hulk, 55 m) e RodríguezTreinador: Jesualdo FerreiraSuplentes: Nuno, Fucile, Rolando, Tomás Costa e FernandoDisciplina: Cartão amarelo a Benítez (28 m) e a Rodríguez (91 m)SPORTING: Rui Patrício, Abel, Tonel, Polga, Caneira, João Moutinho, Rochemback, Izmailov, Romagnoli (Miguel Veloso, 67 m), Derlei (Postiga, 81 m) e Yannick Djaló (Pereirinha, 90 m)Treinador: Paulo BentoSuplentes: Tiago, Grimi, Adrien e Tiuí Disciplina: Cartão amarelo a Polga (10 m), Caneira (71 m) e Miguel Veloso (91 m)Golos: Yannick Djaló (45 e 57 m)Texto: Andreia Alexandre

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