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alerta ambiental :: My Profile (87 views)
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Vila Cova do Alva, Portugal

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ASSOCIAÇÃO AMBIENTAL DAS BEIRAS” é uma associação ambiental sem fins lucrativos, constituída por tempo indeterminado e com sede em Vila Cova de Alva, concelho Arganil
Tem por objecto a defesa e valorização do ambiente e do património natural ou construído e conservação da natureza.

http://alertaambiente.no.sapo.pt/

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Defesa do Ambiente.
Faça chegar até nós as informações sobre qualquer acção prejudicial ao ambiente de que tenha conhecimento.
 

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Rio Mondego : Aug 1, 2008

Caros sócios/amigos/interessados.

 

A “Alerta” recebeu um pedido de ajuda para organizar, em conjunto com Conny Kadia, uma noite especial sobre o rio Mondego.

Este rio parece de ter caldo verde em vez de água. Umas algas crescem muito rápido, o oxigénio está a desaparecer, fazendo com que os peixes morram em massa. Conny escreveu cartas, a polícia ambiental foi lá ver, os presidentes de junta foram alertados, mas... o resultado é zero e, do lado de responsáveis, não recebeu qualquer resposta. A ideia é de ter uma noite/debate (em Dezembro) com pessoas responsáveis, peritos sobre estas formas de poluição ou poluição em geral, pessoas interessadas e/ou preocupadas por estes temas.

Para nos prepararmos para mais esta acção, queremos organizar um encontro no dia 3 de Outubro, pelas 21.00 horas. O local dependerá do número de pessoas, mas será em Tábua, Oliveira do Hospital ou Arganil. Assim, convidamos todos os que tenham informações sobre este tipo de poluição (origem, como evitar e como reagir para resolver a problema) ou sobre a poluição em geral, todos os que tenham experiência em reclamar contra qualquer forma de poluição (em geral ou contra este estado da água do Mondego, assim como o resultado destes reclamações), e todos os que nos queiram ajudar voluntariamente.

O objectivo é formar um grupo de pessoas que representem “o Rio” na noite final, em Dezembro.

Por favor, manda este texto por e-mail para todas as pessoas que conheces, que tenham algum conhecimento desta matéria e se mostrem interessadas em reagir sobre esta situação (o estado de água e a maneira como os responsáveis “não” estão a reagir) Como nós gostaríamos de saber com quantas pessoas podemos contar, solicitamos que confirmes a tua presença pelo email, mencionando quais  são as  tuas experiências e/ou habilitações, antes do  dia 20 de Setembro.

  

Obrigada! Boas férias e até Setembro.

  

A Presidente da Associação Ambiental das Beiras

Arlette Graven

Comments

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Leave a comment for alerta ambiental {1}

Sep 4, 2008 1:14 AM
 
Doen we hier ook al aan? :)
heel veel liefs mama**
 
May 13, 2008 10:55 AM
 
...Citação favorita
Excerto da carta, escrita em 1855 pelo chefe Seattle da tribo Suquamish enviada ao então presidente dos Estados Unidos da América, Franklin Pierce, quando este propôs ao índio a compra de suas terras, dando-lhe em troca uma “reserva”.

A carta do Chefe Seattle tem sido amplamente divulgada pela Organização das Nações Unidas como um dos mais belos exemplos de consciência ecológica.)

“Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Essa idéia nos parece estranha.

Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água, como é possível comprá-los?

Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados na memória e experiência de meu povo.

A seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho.

Os mortos do homem branco esquecem sua terra de origem quando vão caminhar entre as estrelas.

Nossos mortos jamais esquecem esta bela terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela faz parte de nós.

As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia são nossos irmãos. Os picos rochosos, os sulcos úmidos nas campinas, o calor do corpo do potro e o homem – todos pertencem à mesma família. Portanto, quando o Grande Chefe em Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, pede muito de nós. O Grande Chefe diz que nos reservará um lugar onde possamos viver satisfeitos. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto, nós vamos considerar sua oferta de comprar nossa terra.

Mas isso não será fácil. Esta terra é sagrada para nós.

Essa água brilhante que escorre nos riachos e rios não é apenas água, mas é sangue de nossos antepassados. Se lhes vendermos a terra, vocês devem lembrar-se de que ela é sagrada, e devem ensinar às suas crianças que ela é sagrada e que cada reflexo nas águas límpidas dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida do meu povo.

O murmúrio das águas é a voz dos meus ancestrais.

Os rios são nossos irmãos, saciam a nossa sede. Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar ao seus filhos que os rios são nossos irmãos, e seus também. E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão.

Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. Uma porção da terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra aquilo de que necessita. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, e quando ele a conquista, prossegue seu caminho. Deixa para trás os túmulos de seus antepassados e não se incomoda. Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa.

A sepultura de seu pai e os direitos de seus filhos são esquecidos. Trata sua mãe, a terra, e seu irmão, o céu, como coisas que possam ser compradas, saqueadas, vendidas como carneiros ou enfeites coloridos. Seu apetite devorará a terra, deixando somente deserto.

Eu não sei, nossos costumes são diferentes dos seus. A visão de suas cidades fere os olhos do homem vermelho. Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e não compreenda.

Não há um lugar quieto nas cidades do homem branco. Nenhum lugar onde se possa ouvir o desabrochar de flores na primavera ou o bater das asas de um inseto. Mas Talvez seja porque eu sou selvagem e não compreenda. O ruído parece somente insultar os ouvidos. E o que resta da vida se o homem não pode ouvir o choro solitário de uma ave ou debate dos sapos ao redor de uma lagoa à noite? Eu sou um homem vermelho e não compreendo.

O índio prefere o suave murmúrio de vento encrespando a face do lago, e o próprio vento, limpo por uma chuva diurna ou perfumada pelos pinheiros. O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro – o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro.(...)
 
May 12, 2008 7:20 AM
 
 
Mar 30, 2008 3:13 PM
 
 
Mar 30, 2008 3:03 PM
 
 
Mar 29, 2008 2:14 PM
 
 
Mar 16, 2008 7:55 AM
Ana says:
 
Parabéns pela iniciativa
um abraço montefriense
anita



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