É provável que o mais importante do que nos acontece, aconteça contra prognósico. Passamos a vida a julgar que somos de determinada maneira, presumnindo que sabemos como vamos reagir presente cada situação, e basta aprofundar um pouco uma recordaão para que surjam exemplos significativos em que tivemos uma reacção contrária à que deveríamos ter tido. Não existe um modelo para o nosso comportamento. (...) As variáveis que regem a nossa forma de reagir, como as da memória, são imprevisíveis. (...)
Não conseguimos determiná-lo nem sequer nas respostas nais automáticas, mas que conformam o nosso carácter e permitem que seja possível definirmo-nos a nós mesmos e aos outros. (...)
No fundo sabemos muito pouco de nós mesmos, muito pouco sobre o que é que nos pode afectar.